Visão Compensatória: O Casamento

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Ao longo do tempo, com as mudanças comportamentais podemos observar grandes mudanças nos papéis que tangem a sociedade, dentre eles a instituição do casamento. Antes, o amor e o respeito se consumavam após o ato matrimonial, que muitas vezes eram uma tentativa de “direito de liberdade, autonomia e independência” por parte das mulheres, que pelo contrário eram vistas como reprodutora (mãe), dona de casa e esposa.
O pensamento ilusório “liberdade” era tão sonhado, pois essas mulheres se sentiam amedrontadas e presas por seus pais, onde não podiam fazer escolhas do que queriam para seu futuro ou para sua vida, sempre eram ditadas regras convencionais por parte de seus familiares. A influência cultural era vista como algo sagrado, dotada de valores e tradições hereditárias no âmbito conservador.
O amadurecimento da sociedade traz novas correntes e paradigmas de acordo com a realidade social e econômica, onde a mulher ao longo dos anos começa a adquirir uma independência, assumindo uma identidade pessoal colaborando com as despesas do lar, mas sem exercer diretamente direitos que tradicionalmente a sociedade acredita que deveriam ser exercidos pelos homens. Esse pensamento ainda é uma consequência de uma sociedade machista e preconceituosa, que mesmo evolutiva continua presa em pequenos aspectos históricos e culturais.
A união estável entre duas pessoas é uma das relações mais complexas do Direito Civil, sendo um marco importantíssimo de uma relação social com aspectos emotivos apoiados por diversidades religiões. A diversidade cultural e sexual traz um conceito mais moderno, onde essa união (casamento) pode ser realizada legalmente ou não; religiosa ou não; entre pessoas do mesmo sexo ou opostos, porém seu principal objetivo é legalizar o convívio diário de indivíduos que convivem no mesmo teto para que se constitua uma relação de afeto e amor.
Essa nova modalidade dos relacionamentos conjugais atuais demonstram maiores interesses democráticos. As participações femininas nas atividades profissionais e intelectuais quebram a maioria dos aspectos conservadores, objetivando o crescimento do oportunismo e interesses financeiros, que podem partir de ambas as partes. Isso faz com que os relacionamentos durem menos do que o esperado, aumentando o índice de divórcio e de descontentamento com relação ao amor, sendo uma das maiores causas de famílias desestruturadas.
Com o tempo os sonhos, o brilho pessoal vem se tornando cada vez mais difícil de encontrar.  As pessoas não buscam relações sustentáveis, mas sim compensatórias em que podem favorecer seu próprio Eu. O respeito com o outro; a admiração; a compaixão são valores que devem ser colocados em primeiro plano, independente da relação ou dos obstáculos que venham existir no percurso de nossas vidas!

Um forte abraço,

Carolina Larissa
Consultora Comercial
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