25 de mai de 2018

[Crônica] Um término doloroso


 Amores que Curam
Pensando bem...
Terminar um relacionamento pode ser uma das coisas mais difíceis do mundo, principalmente se você não tem a intenção de magoar a pessoa e normalmente não tem mesmo, imagine como seria bom se o outro facilitasse o termino e em vez de lutar para ficar do seu lado, entendesse seu lado e dissesse "tudo bem, podemos ser amigos?!"
E assim a vida recomeçaria sendo todos mais felizes, como nos livros, novelas e filmes que no final todos se dão bem e acabam aprendendo grandes lições.
Até porque o que é realmente para ser, um dia será e pronto aceite isso como um ponto positivo para crescer e se conhecer melhor e reavaliar seus sentimentos.
A vida real é bem diferente dos livros em que vemos o herói superar grandes perdas de forma rápida e supostamente fácil e ao mesmo tempo se erguer de um momento para outro tão lindamente e absoluto dono da razão.
Quem nunca imaginou que após uma série traumática de erros ou escolhas erradas sua vida finalmente daria aquela virada em que tudo iria para o lugar certo e quando abriu os olhos viu-se  novamente cair em um marasmo de dor e incompreensão dignos de um troféu?
Todo término dói, pelo menos para uma das partes, mas entenda é uma dor que se faz necessária, não estou dizendo que temos que sofrer, mas que após um período tempestuoso enfim chegaremos ao tão sonhado dia ensolarado.
Eu acho incrível como tem pessoas que vivem anos ao lado da outra sem ser feliz de verdade, simplesmente por medo do que a sociedade possa dizer, meu amigo coloca o mundo no mudo, pare de dar tanta importância ao que os outros vão pensar, o que importa é você.
Pense em você e creia o que é para ser seu encontrará um jeito de chegar até você sem que você tenha que sofrer horrores para isso.
Faça uma viagem, reavalie seu caminho e se tiver que mudar rotas, então mude, sem se importar com o que os outros vão pensar.
Viva por você e para você!

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Beijos escritos e até a próxima.

Ana Ferreira Lima
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Aonde vai Vó?- Perguntou a neta preocupada com a fragilidade com que a avó levantou aquela manhã. – Vou encontrar-me com um velho amigo, ele está internado no hospital em Belo Horizonte, sofreu um infarto e os médicos acham que ele não vai durar muito tempo.
– Dona Sophia, quando quiser o carro já está pronto e lhe aguarda.
O motorista trabalhara para Sophia nos últimos vinte anos e nunca tinha visto a senhora tão abatida, seu ar era de alguém que não tinha dormido, e realmente depois de ter recebido a noticia de que Arthur estava internado, ela não dormia há duas noites e mal tinha se alimentado, a verdade era que o coração latejava, em busca de uma solução, queria voltar ao passado e consertar um erro.
– Estou pronta Marcos, vamos.
– Espera Vovó, eu também vou com a senhora, deixe-me pegar minha bolsa que vamos e nem adianta dizer que não, eu vou junto e pronto.
– Tudo bem querida.
A neta era uma garota exemplar crescera ali naquele sítio e sempre foi muito apegada a avó, e por muitos meses eram somente as duas e os três funcionários que trabalhavam no sítio, ela foi para o carro e enquanto esperava neta sua mente voltava ao passado.
Sophia fora uma garota exemplar, criada também pela avó, aprendeu desde cedo que tinha que lutar pelo que queria se quisesse ser alguém na vida.
Ela frequentou a escola e suas notas sempre foram as melhores da turma, era adorada pelos professores e sua avó nunca teve uma queixa, parecia que a história se repetia com sua neta, as duas eram muito parecida até na aparência, Sophia via e si mesma quando conversava com a neta.
Em seu interior sempre se perguntava como havia sido sua mãe, a mãe de Sophia morreu de bala perdida em um dia fatídico em que ela iria dar inicio em suas aulas da Faculdade de Letras, ela morreu antes mesmo de chegar ao hospital, após isso a avó se mudou com Sophia ainda pequena aos dois anos de idade para uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, morando em um Sítio nunca lhe faltou aventuras e diversão, nem amizades sinceras e leais.

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