2 de out de 2018

[crônica] Vivendo como se fosse o último dia


 Muito já se falou sobre o fim do mundo, imaginou se hoje fosse o último dia? O que você faria?
Quem seria sua última lembrança?
Vivemos falando: amanhã eu vou... amanhã eu faço... mas e se o amanhã não chegar? Já parou para pensar que o amanhã pode realmente não chegar e você perder a chance de ser feliz no hoje, sim meu amigo porque é justamente o hoje que importa, porque a sua história está sendo escrita agora.
E quando paramos para pensar deixamos de sentir medo e ousamos conquistar o impossível, porque o medo te paralisa e te impede de conquistar.
Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje, eu sei o que vai dizer que essa afirmação parece muito clichê, não é? O que eu posso fazer se é a verdade?! Lembre-se sempre que se for deixar de fazer algo por medo ou  insegurança "o amanhã pode não chegar", quer pedir desculpe? Vença o orgulho e peça, não espere ser tarde demais para só então tomar uma atitude, nós vivemos em uma época em que um abraço está tão ultrapassado que se darmos abraço em alguém somos chamados de "carentes" , muitas vezes pessoas que convivemos no dia a dia não conversamos verdadeiramente há anos, talvez você pergunte como assim? Simples: oi... Tchau. Porque existe uma diferença entre conversar e trocar apenas algumas palavras, aprenda a diferenciar.
Reduza sua velocidade.
Eu passei um final de semana inteiro em Raposos, uma cidade para quem não conhece na região metropolitana de BH, lá as pessoas têm uma serenidade no olhar diferente de BH onde todos estão sempre estressados e ligados no automático, elas esqueceram o que é viver o que é olhar ao redor e simplesmente se encantar com a beleza da vida.
Não viva somente no mundo virtual, abra-se a um mundo maior a sua frente e com possibilidades amplas, viver é uma verdadeira aventura, então saia da sua zona de conforto, interaja.
Acredite em você, não pare diante do medo, mas, saiba enfrentar e superar os desafios quando eles tentarem barrar você.
Você pode, você consegue se acreditar é claro.
Verdade seja dita eu amo BH, mas nada me impedi de viajar e conhecer novos faróis porque viver é isso se deixar  encantar.

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Beijos e abraços literários!

Márcia Lima 

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Aonde vai Vó?- Perguntou a neta preocupada com a fragilidade com que a avó levantou aquela manhã. – Vou encontrar-me com um velho amigo, ele está internado no hospital em Belo Horizonte, sofreu um infarto e os médicos acham que ele não vai durar muito tempo.
– Dona Sophia, quando quiser o carro já está pronto e lhe aguarda.
O motorista trabalhara para Sophia nos últimos vinte anos e nunca tinha visto a senhora tão abatida, seu ar era de alguém que não tinha dormido, e realmente depois de ter recebido a noticia de que Arthur estava internado, ela não dormia há duas noites e mal tinha se alimentado, a verdade era que o coração latejava, em busca de uma solução, queria voltar ao passado e consertar um erro.
– Estou pronta Marcos, vamos.
– Espera Vovó, eu também vou com a senhora, deixe-me pegar minha bolsa que vamos e nem adianta dizer que não, eu vou junto e pronto.
– Tudo bem querida.
A neta era uma garota exemplar crescera ali naquele sítio e sempre foi muito apegada a avó, e por muitos meses eram somente as duas e os três funcionários que trabalhavam no sítio, ela foi para o carro e enquanto esperava neta sua mente voltava ao passado.
Sophia fora uma garota exemplar, criada também pela avó, aprendeu desde cedo que tinha que lutar pelo que queria se quisesse ser alguém na vida.
Ela frequentou a escola e suas notas sempre foram as melhores da turma, era adorada pelos professores e sua avó nunca teve uma queixa, parecia que a história se repetia com sua neta, as duas eram muito parecida até na aparência, Sophia via e si mesma quando conversava com a neta.
Em seu interior sempre se perguntava como havia sido sua mãe, a mãe de Sophia morreu de bala perdida em um dia fatídico em que ela iria dar inicio em suas aulas da Faculdade de Letras, ela morreu antes mesmo de chegar ao hospital, após isso a avó se mudou com Sophia ainda pequena aos dois anos de idade para uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, morando em um Sítio nunca lhe faltou aventuras e diversão, nem amizades sinceras e leais.

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