18 de dez de 2018

[Crônica] Olhe o mundo com o coração



Estava lendo o livro Comer, rezar,  amar  da autora Elizabeth Gilbert e parei nesta frase em que o Guru fala com a Liz. E me perguntei quantas pessoas passam a vida procurando uma satisfação e uma suposta felicidade que nunca encontram?
Quem nunca odiou tudo que tinha por estar cansado e sem saber qual caminho seguir?! Como seria bom abrir um  bom livro e encontrar nele todas as resposta para nossas angustias não é mesmo?
Eis que 2018 está aí pronto para ir embora e eu te pergunto "o que você fez para mudar sua vida este ano, quais foram as barreiras que você ousou romper?"
Pense, reflita ai vem um novo ano e ele vai exigir de você atitude diferente das até agora tomadas, porque se quer mudar mesmo sua vida não vale ficar na mesmice, então a dica é abraçar o novo com sabedoria.
Enquanto escrevo este texto penso em uma garota que trabalha comigo (é eu ainda trabalho fora rsrsr) por vezes amigo leitor fiquei observando ela em sua simplicidade e jeito de ser me ensinaram como a vida é valiosa e em como perdemos tempo acreditando em pessoas erradas dando crédito demais há quem não merecia, mas o mundo é assim essa ciranda que vai e vem, sempre trás para nós aquilo que atraímos com a mente, desistir diante de uma amizade falsa? Jamais continuarei sendo quem sou, um dia tenho certeza receberei minha recompensa. Porque pensar em roupas de marcas e dar tanta importância ao que não tem realmente valor, quando a vida tem que ser simples, facilite sua vida, porque muitas oportunidades são perdidas porque nós dificultamos.
Quem disse que não é possível viver uma vida simples?  Ás vezes você só precisa abrir as portas certas para que coisas novas e brilhantes possam entrar em sua vida e tomar conta.
Muitas vezes precisamos abdicar sim de certos apegos que não fazem mais sentido  continuar em nossas vidas, e como se livrar de um suposto amigo que até pouco tempo ria conosco? Deixe ir, apenas deixe ir.
Cada um colhe aquilo que planta, acredite na lei do retorno ela realmente funciona.
O que vocês estão lendo? Fim de ano o que vou fazer?
Aproveitar as festas para curtir bastante com quem gosta de mim e me valoriza, faça o mesmo você, valorize quem te dá valor, pessoas assim são raras.

Ah última dica recentemente relancei meus livros 'Relíquias da Vida, As Crônicas da Aninha e Amores que curam" todos em e-book e disponível na Amazon, aproveite as promoções do Kindle Unlimited e leve de graça, dá uma passada por lá, ok?!

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Beijos escritos,

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Ela Não Soube Perdoar

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– Dona Sophia, quando quiser o carro já está pronto e lhe aguarda.
O motorista trabalhara para Sophia nos últimos vinte anos e nunca tinha visto a senhora tão abatida, seu ar era de alguém que não tinha dormido, e realmente depois de ter recebido a noticia de que Arthur estava internado, ela não dormia há duas noites e mal tinha se alimentado, a verdade era que o coração latejava, em busca de uma solução, queria voltar ao passado e consertar um erro.
– Estou pronta Marcos, vamos.
– Espera Vovó, eu também vou com a senhora, deixe-me pegar minha bolsa que vamos e nem adianta dizer que não, eu vou junto e pronto.
– Tudo bem querida.
A neta era uma garota exemplar crescera ali naquele sítio e sempre foi muito apegada a avó, e por muitos meses eram somente as duas e os três funcionários que trabalhavam no sítio, ela foi para o carro e enquanto esperava neta sua mente voltava ao passado.
Sophia fora uma garota exemplar, criada também pela avó, aprendeu desde cedo que tinha que lutar pelo que queria se quisesse ser alguém na vida.
Ela frequentou a escola e suas notas sempre foram as melhores da turma, era adorada pelos professores e sua avó nunca teve uma queixa, parecia que a história se repetia com sua neta, as duas eram muito parecida até na aparência, Sophia via e si mesma quando conversava com a neta.
Em seu interior sempre se perguntava como havia sido sua mãe, a mãe de Sophia morreu de bala perdida em um dia fatídico em que ela iria dar inicio em suas aulas da Faculdade de Letras, ela morreu antes mesmo de chegar ao hospital, após isso a avó se mudou com Sophia ainda pequena aos dois anos de idade para uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, morando em um Sítio nunca lhe faltou aventuras e diversão, nem amizades sinceras e leais.

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