7 de fev de 2019

[Crônica] Ela decidiu tentar


Ola leitores a crônica de hoje foi inspirada na música Próximo Amor do Luan Santana & Alok. Bora lá!
Ela resolveu tentar outra vez, deixou de lado todas as amarguras sentidas e tudo que já passou para ela não fazia sentido carregar consigo tanta carga pesada.
Ela decidiu deixar para trás tudo aquilo que só a fazia sofrer e independente do que os outros poderiam dizer ou não ela sentiu que desta vez daria certo e mesmo que dissessem o contrário  faria dar certo.
Não criticou quem a machucou nem esperava vingança apenas se firmou como uma pessoa que já sofrera bastante nesta vida e que apesar de tudo estava pronta a seguir em frente sem olhar para trás.
Resolveu que era hora de colocar as coisas no lugar e quando diz coisas se refere a sentimentos absurdos que já não tem importância nem a fazem suspirar.
Sacudiu a poeira e deu a volta por cima.
Colocou sua melhor melhor roupa e saiu,  encheu o pulmão de ar e respirou o ar da liberdade, estava livre e a sensação era incrivelmente fantástica, ninguém entendia mas sua vontade de liberdade era absurda, ninguém nunca entenderia.
Construiu para si um ambiente regado a positividade, resgatou antigos hábitos e hobs esquecidos.
Ela se reencontrou depois de tantos anos, se reencontrou com seus sonhos, vontades e desejos.
Era hora de virar o jogo e acreditar de novo na vida.
Ela foi construindo um ambiente ao seu redor e com isso resgatando uma parte sua que estava esquecida. Nesse novo momento incluiu antigas atividades, talentos e velhos amigos. Dentro deles talvez esteja um novo amor. Tudo agora era bem parecido com o que ela sempre  sonhou, o universo estava em sintonia com ela. E a felicidade não será  passageira não, veio para ficar como sempre deveria ter sido. Porque todos merecem ser felizes.
E você o que está esperando para conquistar o mundo?
Vencer só depende de você, acredite e realize.
Palavra do dia- realização!
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Abraços,

Márcia Lima
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Ela Não Soube Perdoar

Aonde vai Vó?- Perguntou a neta preocupada com a fragilidade com que a avó levantou aquela manhã. – Vou encontrar-me com um velho amigo, ele está internado no hospital em Belo Horizonte, sofreu um infarto e os médicos acham que ele não vai durar muito tempo.
– Dona Sophia, quando quiser o carro já está pronto e lhe aguarda.
O motorista trabalhara para Sophia nos últimos vinte anos e nunca tinha visto a senhora tão abatida, seu ar era de alguém que não tinha dormido, e realmente depois de ter recebido a noticia de que Arthur estava internado, ela não dormia há duas noites e mal tinha se alimentado, a verdade era que o coração latejava, em busca de uma solução, queria voltar ao passado e consertar um erro.
– Estou pronta Marcos, vamos.
– Espera Vovó, eu também vou com a senhora, deixe-me pegar minha bolsa que vamos e nem adianta dizer que não, eu vou junto e pronto.
– Tudo bem querida.
A neta era uma garota exemplar crescera ali naquele sítio e sempre foi muito apegada a avó, e por muitos meses eram somente as duas e os três funcionários que trabalhavam no sítio, ela foi para o carro e enquanto esperava neta sua mente voltava ao passado.
Sophia fora uma garota exemplar, criada também pela avó, aprendeu desde cedo que tinha que lutar pelo que queria se quisesse ser alguém na vida.
Ela frequentou a escola e suas notas sempre foram as melhores da turma, era adorada pelos professores e sua avó nunca teve uma queixa, parecia que a história se repetia com sua neta, as duas eram muito parecida até na aparência, Sophia via e si mesma quando conversava com a neta.
Em seu interior sempre se perguntava como havia sido sua mãe, a mãe de Sophia morreu de bala perdida em um dia fatídico em que ela iria dar inicio em suas aulas da Faculdade de Letras, ela morreu antes mesmo de chegar ao hospital, após isso a avó se mudou com Sophia ainda pequena aos dois anos de idade para uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, morando em um Sítio nunca lhe faltou aventuras e diversão, nem amizades sinceras e leais.