[Crônica] Reflexões do carnaval

O carnaval passou e eu como sempre fiz algumas reflexões.
Eu fico de cara com este povo no carnaval, não é que eu não goste do carnaval. Porque em si a festa é bonita e até admirável como os foliões seguem de bloco em bloco às vezes sem descanso nenhum, sim admirável a energia que eles tem. No momento estou escrevendo este post dentro de um ônibus as 6 horas da matina que leva aqueles que trabalham em pleno carnaval (ah este texto foi escrito no carnaval), e eu sei que não terminarei este texto aqui (como realmente só consegui terminar depois). Muitas coisas me levam a reflexões às vezes profundas e  alguns ganham várias versões. 
O fato é que sim sou cristã, mas o fato de ser cristã não me impedi de participar do que quer que seja, eu não tenho paciência para seguir na multidão, nunca tive aliás. 
As vezes me pergunto porque tanta hipocrisia, e sem resposta sou pega apenas admirando a paisagem. O carnaval passou e com ele a alegria daqueles que se divertiram, ficou aquele gosto de quero mais e as ruas da capital mineira sujas, mas este acho que é até um preço baixo a ser pago. Passo pela Praça Sete de Setembro o cheiro é de fato horrível misturados com urina e algo mais que nem ouso escrever,  sim estas são a herança deixada pelo carnaval, vejo um grupo de jovens que estão sentados animados, dá para notar que não dormiram e o álcool nas veias é nítido mas estão ali prontos para seguir mais um bloco, a maioria destes jovens tem no máximo 20 anos, na flor da juventude ousam e abusam. 
Que possamos cuidar mais de nossas próprias vidas, nos aproximar mais da verdadeira fé e da palavra de Deus, que possamos adquirir cada vez mais conhecimento. 
Você vive querendo um mundo melhor, mas o que fez para mudar seu mundo? 
 Comece por você, mude seu mundo ou sua forma de olhar e viver o mundo.
Certo ou errado? 
Aprendi em minha vida que certo ou errado, pecado ou não pecado depende do ponto de vista de quem vê. 
Então antes de julgar porque não olhar para dentro de si e ver os próprios pecados? 
Lembre_se daquela mulher adúltera que apesar do pecado ganhou o perdão de Jesus. E você acha mesmo que exista pecado tão grande que Ele não possa perdoar?
Reflita, você pode se surpreender conhecendo a si mesmo. 
Pense e lembre-se "você merece ser feliz sempre é o outro também!"

Beijos escritos 💞

Márcia Lima 
Escritora e blogueira 
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[Literatura] RELEASE LANÇAMENTO DO LIVRO " A OVELHINHA FEDORENTA"


Escritora Porto-Alegrense, Lisete Bertotto promove lançamento de sua obra infantil em São Paulo

A socióloga e mestra em educação pela UFRGS promove uma reflexão sobre questões pertinentes à inclusão social na infância.

Neste sábado, 30 de março de 2019, Lisete Bertotto, natural de Porto Alegre — RS, vêm à São Paulo para realizar o lançamento e sessão de autógrafos da obra de literatura infantil intitulada “A ovelhinha Fedorenta”. Neste publicação da Kazuá — onde Lisete é editora — a história se dá em formato de fábula e traz, de maneira lúdica, ensinamentos sobre a importância da diversidade. O evento acontece no Espaço Kazuá, localizado à Rua Ana Cinta, 26, nos Campos Elíseos — Centro, a partir das 15h do dia 30/03 e conta com a presença de Francine Mendonça, atriz que trará uma atividade com narração dramatizada de textos do livro para crianças. A entrada é gratuita e os exemplares do livro custam R$49,00. A obra pode ser adquirida, também, pela loja virtual da editora, em: www.editorakazua.net.

A OVELINHA FEDORENTA

Publicada em 2018, “A ovelhinha Fedorenta” é uma fábula infantil que trabalha de uma forma lúdica a diferença, escrita originalmente para o Jornal O Continente. Depois, virou peça infantil de teatro, onde teve temporada no Teatro do Ipê. O enredo conta a história de uma ovelha filhote que se perde do seu rebanho e é resgatada pela personagem Aline. Com ela, vai viver em um ambiente urbano e ganha o nome de Fedorenta por conta do cheiro que exalava quando foi encontrada.

LISETE BERTOTTO

Lisete nasceu e cresceu em Porto Alegre, RS, é graduada em Sociologia e Mestra em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde já foi professora substituta por duas vezes. Amante de todas as artes, ela é poeta, artista plástica e teatreira. Conselheira Estadual de Cultura na gestão 2014—2016 pelo segmento de artes plásticas, é parecerista de projetos culturais de vários estados no Brasil. Escreveu diversas peças de teatro infantil e adulto. Participa da atual CAS — Comissão de Avaliação e Seleção do FUMPROARTE, da Secretaria da Municipal da Cultura de Porto Alegre. Atua, também, como Editora na Editora Kazuá.

Para mais informações, contatar:

Editora Kazuá

Rua Ana Cintra, 26, Sta. Cecília, São Paulo/SP, tel. (11) 3337-2899. http://editorakazua.com.br/.

(11) 997-722-948 – Yuri Dinalli



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