23 de mar de 2019

[Literatura] RELEASE LANÇAMENTO DO LIVRO " A OVELHINHA FEDORENTA"


Escritora Porto-Alegrense, Lisete Bertotto promove lançamento de sua obra infantil em São Paulo

A socióloga e mestra em educação pela UFRGS promove uma reflexão sobre questões pertinentes à inclusão social na infância.

Neste sábado, 30 de março de 2019, Lisete Bertotto, natural de Porto Alegre — RS, vêm à São Paulo para realizar o lançamento e sessão de autógrafos da obra de literatura infantil intitulada “A ovelhinha Fedorenta”. Neste publicação da Kazuá — onde Lisete é editora — a história se dá em formato de fábula e traz, de maneira lúdica, ensinamentos sobre a importância da diversidade. O evento acontece no Espaço Kazuá, localizado à Rua Ana Cinta, 26, nos Campos Elíseos — Centro, a partir das 15h do dia 30/03 e conta com a presença de Francine Mendonça, atriz que trará uma atividade com narração dramatizada de textos do livro para crianças. A entrada é gratuita e os exemplares do livro custam R$49,00. A obra pode ser adquirida, também, pela loja virtual da editora, em: www.editorakazua.net.

A OVELINHA FEDORENTA

Publicada em 2018, “A ovelhinha Fedorenta” é uma fábula infantil que trabalha de uma forma lúdica a diferença, escrita originalmente para o Jornal O Continente. Depois, virou peça infantil de teatro, onde teve temporada no Teatro do Ipê. O enredo conta a história de uma ovelha filhote que se perde do seu rebanho e é resgatada pela personagem Aline. Com ela, vai viver em um ambiente urbano e ganha o nome de Fedorenta por conta do cheiro que exalava quando foi encontrada.

LISETE BERTOTTO

Lisete nasceu e cresceu em Porto Alegre, RS, é graduada em Sociologia e Mestra em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde já foi professora substituta por duas vezes. Amante de todas as artes, ela é poeta, artista plástica e teatreira. Conselheira Estadual de Cultura na gestão 2014—2016 pelo segmento de artes plásticas, é parecerista de projetos culturais de vários estados no Brasil. Escreveu diversas peças de teatro infantil e adulto. Participa da atual CAS — Comissão de Avaliação e Seleção do FUMPROARTE, da Secretaria da Municipal da Cultura de Porto Alegre. Atua, também, como Editora na Editora Kazuá.

Para mais informações, contatar:

Editora Kazuá

Rua Ana Cintra, 26, Sta. Cecília, São Paulo/SP, tel. (11) 3337-2899. http://editorakazua.com.br/.

(11) 997-722-948 – Yuri Dinalli

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Ela Não Soube Perdoar

Aonde vai Vó?- Perguntou a neta preocupada com a fragilidade com que a avó levantou aquela manhã. – Vou encontrar-me com um velho amigo, ele está internado no hospital em Belo Horizonte, sofreu um infarto e os médicos acham que ele não vai durar muito tempo.
– Dona Sophia, quando quiser o carro já está pronto e lhe aguarda.
O motorista trabalhara para Sophia nos últimos vinte anos e nunca tinha visto a senhora tão abatida, seu ar era de alguém que não tinha dormido, e realmente depois de ter recebido a noticia de que Arthur estava internado, ela não dormia há duas noites e mal tinha se alimentado, a verdade era que o coração latejava, em busca de uma solução, queria voltar ao passado e consertar um erro.
– Estou pronta Marcos, vamos.
– Espera Vovó, eu também vou com a senhora, deixe-me pegar minha bolsa que vamos e nem adianta dizer que não, eu vou junto e pronto.
– Tudo bem querida.
A neta era uma garota exemplar crescera ali naquele sítio e sempre foi muito apegada a avó, e por muitos meses eram somente as duas e os três funcionários que trabalhavam no sítio, ela foi para o carro e enquanto esperava neta sua mente voltava ao passado.
Sophia fora uma garota exemplar, criada também pela avó, aprendeu desde cedo que tinha que lutar pelo que queria se quisesse ser alguém na vida.
Ela frequentou a escola e suas notas sempre foram as melhores da turma, era adorada pelos professores e sua avó nunca teve uma queixa, parecia que a história se repetia com sua neta, as duas eram muito parecida até na aparência, Sophia via e si mesma quando conversava com a neta.
Em seu interior sempre se perguntava como havia sido sua mãe, a mãe de Sophia morreu de bala perdida em um dia fatídico em que ela iria dar inicio em suas aulas da Faculdade de Letras, ela morreu antes mesmo de chegar ao hospital, após isso a avó se mudou com Sophia ainda pequena aos dois anos de idade para uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, morando em um Sítio nunca lhe faltou aventuras e diversão, nem amizades sinceras e leais.