26 de ago de 2019

[Crônica] Deixando o medo para trás Ola leitores! Como estão?


Você já sentiu medo de algo e esse medo te impediu de fazer aquilo que vc tanto queria?
Me responda- quantas vezes você deixou de fazer algo por medo de não dar certo?
Esse medo que vive nos atrapalhando é chegado a hora de deixar ele para trás, assumir o controle de nossas vidas e seguir confiantes no poder da decisão .
Sempre tive medo de dirigir, era algo mais forte que eu, simplesmente não conseguia me ver atrás de um volante para mim era um verdadeiro monstro que eu não queria enfrentar. O fato é que certo dia estava eu de férias em casa de bobeira e surgiu o convite - bora pilotar?
Lembram que falei que tinha medo?
E se tinha medo de carro imagine moto?! Então de fato a pessoa sabia mas disse que eu precisava enfrentar meus medos. Com esse argumento como eu poderia dizer não?Fui e foi fácil? Não e nunca é. Mas enfrentei e hoje tenho ânsia por tirar carteira de motorista e comprar um carro.
Hoje meu único arrependimento é não ter tirado carteira quando tive oportunidade, mas como sempre digo oportunidades somos nós que criamos.
A experiência na moto foi agradável e podem ter certeza que mudou muito meus conceitos, a parte engraçada da história é que quando ele soltou minha mão íamos direto para o mato- guiados por mim é claro, mas ainda assim a ânsia por aprender e a velocidade e liberdade que a moto me proporcionou valeu a experiência. Embora eu não tenha aprendido a pilotar direito ainda me mostrou que se eu quiser eu posso.
Vamos aproveitar que é segunda e começar deixando nossos medos la atrás e promete pra mim nada de insegurança. Você pode, você consegue!
Uma dica para hoje, para você que está em busca de uma segunda renda acesse o link https://redir.lomadee.com/v2/2265164dab7 e conheça a Lomadee tem várias ofertas onde você pode divulgar e ganhar um dinheiro extra.
Meu desejo? Que sua semana seja incrível!
E aí curtiu? Então compartilhe!

Beijos escritos,

Márcia Lima

Escritora e blogueira

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Ela Não Soube Perdoar

Aonde vai Vó?- Perguntou a neta preocupada com a fragilidade com que a avó levantou aquela manhã. – Vou encontrar-me com um velho amigo, ele está internado no hospital em Belo Horizonte, sofreu um infarto e os médicos acham que ele não vai durar muito tempo.
– Dona Sophia, quando quiser o carro já está pronto e lhe aguarda.
O motorista trabalhara para Sophia nos últimos vinte anos e nunca tinha visto a senhora tão abatida, seu ar era de alguém que não tinha dormido, e realmente depois de ter recebido a noticia de que Arthur estava internado, ela não dormia há duas noites e mal tinha se alimentado, a verdade era que o coração latejava, em busca de uma solução, queria voltar ao passado e consertar um erro.
– Estou pronta Marcos, vamos.
– Espera Vovó, eu também vou com a senhora, deixe-me pegar minha bolsa que vamos e nem adianta dizer que não, eu vou junto e pronto.
– Tudo bem querida.
A neta era uma garota exemplar crescera ali naquele sítio e sempre foi muito apegada a avó, e por muitos meses eram somente as duas e os três funcionários que trabalhavam no sítio, ela foi para o carro e enquanto esperava neta sua mente voltava ao passado.
Sophia fora uma garota exemplar, criada também pela avó, aprendeu desde cedo que tinha que lutar pelo que queria se quisesse ser alguém na vida.
Ela frequentou a escola e suas notas sempre foram as melhores da turma, era adorada pelos professores e sua avó nunca teve uma queixa, parecia que a história se repetia com sua neta, as duas eram muito parecida até na aparência, Sophia via e si mesma quando conversava com a neta.
Em seu interior sempre se perguntava como havia sido sua mãe, a mãe de Sophia morreu de bala perdida em um dia fatídico em que ela iria dar inicio em suas aulas da Faculdade de Letras, ela morreu antes mesmo de chegar ao hospital, após isso a avó se mudou com Sophia ainda pequena aos dois anos de idade para uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, morando em um Sítio nunca lhe faltou aventuras e diversão, nem amizades sinceras e leais.